As 13 ilhas italianas mais bonitas para visitar
A Itália possui mais de 400 ilhas espalhadas ao longo de seu litoral, e apenas duas delas — a Sicília e a Sardenha — são destinos que a maioria dos viajantes consegue citar. As demais variam de afloramentos vulcânicos com crateras em erupção constante a vilarejos em lagoas pintados com cores escolhidas para que os pescadores pudessem encontrar o caminho de volta para casa em meio à neblina. Algumas ficam a vinte minutos de um porto do continente. Uma delas está mais próxima da África do que de Roma.
Quais são as ilhas italianas mais bonitas? Capri se destaca pelo espetáculo natural, com penhascos de calcário e as rochas Faraglioni. A Sicília e a Sardenha oferecem mundos à parte. As Ilhas Eólias apresentam vulcões ativos, Procida traz portos de pesca em tons pastéis e Burano contribui com as ruas mais coloridas da lagoa veneziana. Cada uma responde a uma pergunta diferente sobre o que você espera de uma viagem.
No post de hoje, a Civitatis mostra 13 delas, com as rotas de balsa e os melhores meses para a visita, além de destacar os locais que exigem planejamento prévio.
As 13 ilhas italianas mais bonitas para visitar
1. Sicília
A Sicília é a maior ilha do Mediterrâneo, não apenas da Itália, e se assemelha menos a uma ilha e mais a um país que, por acaso, está cercado por água. Os templos gregos em Agrigento estão mais bem preservados do que a maior parte do que sobreviveu na Grécia. Os mercados de Palermo ainda refletem a herança do domínio árabe. E o Monte Etna, com cerca de 3.350 metros, continua redesenhando o horizonte acima de Catânia.
Você poderia passar duas semanas aqui e conhecer um terço da ilha. Se seu tempo for mais curto, escolha uma base. Palermo é ideal para quem gosta de comida de rua, mosaicos e uma cidade com personalidade autêntica, e você pode começar com um free tour por Palermo, que abrange o centro histórico e sua história rica em camadas. Catânia fica no sopé do Etna. Taormina oferece o teatro grego e o litoral ao seu pé.
Não subestime os tempos de viagem de carro. A Sicília tem quase 26.000 quilômetros quadrados, e a estrada entre Palermo e Siracusa leva muito mais tempo do que o mapa sugere.

2. Sardenha
A Sardenha é a segunda maior ilha italiana e a que possui o interior mais singular. No interior, você encontrará mais de 7.000 nuraghi, torres cônicas de pedra construídas na Idade do Bronze por uma civilização que não deixou nenhum registro escrito. Su Nuraxi, em Barumini, é Patrimônio Mundial da UNESCO e o mais bem preservado deles.
A costa é o que atrai a maioria dos visitantes. A Costa Smeralda, no nordeste, tem iates e preços exorbitantes. O Golfo de Orosei, na costa leste, possui falésias de calcário que se precipitam em águas que variam do turquesa a um tom mais próximo do verde, com praias como Cala Goloritzé, acessíveis apenas a pé ou de barco. Confira o guia completo de excursões e passeios pela Sardenha para ver como as regiões se diferenciam.
O sardo é uma língua distinta, não um dialeto do italiano, e você ainda poderá ouvi-la sendo falada nas aldeias da Barbagia.
3. Capri
Capri é a ilha mais fotografada da Itália e merece toda essa atenção. Penhascos de calcário caem verticalmente no Mar Tirreno, e os Faraglioni, três formações rochosas ao largo da costa sul, tornaram-se o símbolo da ilha. A cidade de Capri, em si, está repleta de butiques de luxo e turistas que passam o dia por lá. Anacapri, mais no alto, permanece visivelmente mais tranquila.
A Gruta Azul é a atração mais procurada, uma caverna marinha onde a luz que penetra abaixo da linha d’água transforma todo o interior em um azul intenso. O acesso depende inteiramente das condições do mar, portanto, considere-a um bônus, e não um plano fixo. Se você estiver hospedado em Nápoles, uma excursão de barco a Capri, que contorna a ilha antes de deixá-lo em terra, abrange tanto o litoral quanto o tempo livre na cidade. Prefere incluir Anacapri e um guia? A excursão de um dia a Capri e Anacapri saindo de Nápoles leva cerca de seis horas.
Duas atrações que valem a subida: o Monte Solaro, o ponto mais alto da ilha, acessível por teleférico a partir de Anacapri em cerca de 12 minutos, e a Villa San Michele, antiga residência do médico sueco Axel Munthe, cujo jardim tem vista direta para o mar. Uma vez na ilha, você também pode reservar um passeio combinado de ônibus e barco que conecta os principais mirantes.

4. Ísquia
Ísquia é a maior ilha da Baía de Nápoles e aquela em que a origem vulcânica é mais aproveitada pelos visitantes. As fontes termais alimentadas pela atividade vulcânica sob o Monte Epomeo transformaram a ilha em um destino de bem-estar desde a época romana, e os parques termais nos arredores de Forio continuam sendo o principal motivo pelo qual as pessoas vêm até aqui.
O Castelo Aragão é a imagem mais reconhecível da ilha, situado em um ilhéu rochoso conectado a Ísquia por uma ponte de pedra construída no século XV. Além dos spas, a caminhada até o Monte Epomeo recompensa você com a vista de todo o golfo se estendendo abaixo. Você também pode apreciar o litoral da água em um cruzeiro pela costa de Ischia com paradas para banho e almoço a bordo ou conferir a lista completa de passeios em Ischia para montar o seu próprio roteiro em uma das ilhas mais bonitas da Itália,
5. Procida
Procida é a menor das três ilhas da Baía de Nápoles e a que ainda transmite a sensação de ser um local de trabalho, em vez de um resort. Suas casas se aglomeram ao redor da Marina Corricella em tons de rosa, amarelo e ocre — uma paleta de cores que, segundo se diz, surgiu inicialmente como auxílio à navegação, para que os pescadores pudessem identificar suas próprias casas quando estavam no mar.
Em 2022, foi nomeada Capital Italiana da Cultura, um reconhecimento incomum para uma ilha de aproximadamente quatro quilômetros quadrados. Suba até Terra Murata, o ponto mais alto, e você chegará ao Palazzo d’Avalos, um palácio que serviu como prisão até o final do século XX. Uma excursão de um dia a Procida saindo de Nápoles com almoço incluído dá tempo para passear pelo centro histórico e pelo porto de pescadores. Se você preferir ter mais contexto ao longo do passeio, considere uma tour privado por Procida, incluindo Corricella e Terra Murata.
Quer conhecer as duas ilhas em um único dia? A excursão de um dia a Ischia e Procida saindo de Nápoles combina as duas, embora seja um passeio longo, com duração de cerca de doze horas.

6. As Ilhas Eólias
Ao norte da Sicília, sete ilhas vulcânicas compõem o arquipélago das Eólias, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco por sua contribuição à vulcanologia. As convenções de nomenclatura da disciplina, incluindo os termos “estromboliano” e “vulcaniano”, têm origem aqui.
Lipari é a maior e a mais bem servida, o que a torna a base mais prática. Vulcano leva o nome do deus romano do fogo e ainda possui fumarolas ativas e banhos de lama. Stromboli é o motivo pelo qual a maioria das pessoas faz a viagem: sua cratera entra em erupção em pequenas explosões quase continuamente, e ver a lava escorrer pela encosta após o anoitecer, a partir de um barco, é uma experiência verdadeiramente difícil de se igualar em qualquer outro lugar da Europa.
A maneira mais eficiente de visitar é uma única travessia organizada. Uma excursão a Vulcano, Panarea e Stromboli saindo de Lipari cobre as três ilhas em um dia e termina com o vulcão ao pôr do sol. Está vindo do continente siciliano? A excursão a Lipari, Stromboli e Panarea faz o mesmo circuito. Veja mais opções de passeios e atividades em Lipari, incluindo caminhadas e excursões a uma única ilha.
Uma observação prática: quando o nível de alerta do Stromboli aumenta, os desembarques são suspensos e as operadoras passam a oferecer a observação das erupções do mar. Isso é normal e vale a pena estar preparado para essa possibilidade, em vez de considerar isso um transtorno.
7. As Ilhas Egadi
Localizadas na ponta oeste da Sicília, as Ilhas Egadi são compostas por Favignana, Levanzo e Marettimo. Favignana tem, vista do ar, um formato que lembra vagamente uma borboleta e foi, durante séculos, um centro de pesca de atum. Sua antiga fábrica de conservas, a Tonnara Florio, funciona hoje como museu, e o terreno plano facilita o deslocamento de bicicleta pela ilha, de uma enseada a outra.
Cala Rossa e Cala Azzurra são as duas enseadas mais fotografadas, ambas antigas pedreiras onde a pedra de tufo foi extraída, deixando paredes brancas e íngremes sobre águas cristalinas. Partindo de Marsala, uma excursão de um dia para Favignana e Levanzo com paradas para banho nas enseadas cuida de toda a logística.
Vale a pena fazer uma parada extra em Levanzo para visitar a Grotta del Genovese, uma caverna que abriga pinturas neolíticas e gravuras paleolíticas. As visitas são limitadas e organizadas localmente, portanto, confirme a disponibilidade antes de contar com ela.

8. O Arquipélago da Maddalena
No norte da Sardenha, em frente à Costa Smeralda, o Arquipélago da Maddalena reúne sete ilhas principais e dezenas de ilhotas dentro de um parque marinho nacional. Budelli abriga a famosa praia rosa, cuja cor se deve a fragmentos de um organismo coralino, embora esteja cercada e fechada aos visitantes há décadas para permitir sua recuperação. É possível vê-la da água, mas não caminhar nela.
Spargi e Santa Maria compensam com enseadas que ficam praticamente vazias fora do mês de agosto. Barcos partem diariamente de Palau, e um passeio de barco de um dia pelo Arquipélago da Maddalena saindo de Palau percorre várias ilhas com paradas para nadar. Para uma opção mais tranquila, o passeio de barco pelo arquipélago em grupo reduzido com almoço incluído limita o número de participantes e inclui mais tempo na cidade de La Maddalena.
9. Burano, Murano e Torcello
Três ilhas na lagoa veneziana abrigam a maior parte do que há de interessante em Veneza além do centro histórico. Murano tornou-se o berço da arte do vidro veneziano em 1291, quando a República transferiu os fornos para fora das ilhas principais a fim de reduzir o risco de incêndio. O ofício nunca mais saiu de lá.
Burano é a que fica melhor nas fotos, com suas casas à beira do canal pintadas em blocos de cores intensas e uma tradição de rendas, o merletto, que outrora abastecia as cortes europeias. Torcello é a mais antiga e, hoje, a mais deserta, abrigando apenas um punhado de moradores e uma catedral com mosaicos do século XI, embora já tenha tido uma população maior do que a própria Veneza.
O roteiro padrão é uma excursão de um dia a Murano e Burano saindo de Veneza, com demonstração de sopro de vidro. Para incluir a terceira ilha, a excursão a Murano, Burano e Torcello por conta própria oferece cerca de uma hora em cada uma delas.
O tempo em cada ilha é curto nas excursões em grupo. Se Burano for sua prioridade, considere pegar o vaporetto público e seguir seu próprio ritmo.
10. Elba
Elba é a terceira maior ilha italiana e a maior do Arquipélago da Toscana, com cerca de 27 quilômetros de extensão. Napoleão ficou exilado aqui entre maio de 1814 e fevereiro de 1815, e sua residência, a Villa dei Mulini, em Portoferraio, está aberta aos visitantes.
A ilha agrada a quem gosta de variedade em um espaço reduzido. Praias como Capo Bianco e Fetovaia têm areia clara e águas rasas. O interior é montanhoso, com o Monte Capanne atingindo 1.019 metros de altitude e um teleférico que leva até o cume, de onde, em dias de céu limpo, é possível avistar a Córsega. Há também um passado industrial autêntico aqui: Elba forneceu minério de ferro desde a época etrusca até o século XX, e a paisagem mineradora em Rio Marina é hoje um parque.
As balsas partem de Piombino em pouco mais de uma hora. No verão, viagens organizadas a partir de Florença, combinando trem e balsa, estão disponíveis por meio de operadoras locais, embora os horários variem de acordo com a temporada e seja recomendável confirmá-los diretamente.

11. Ponza
Ponza é a maior das Ilhas Pontinas, no Mar Tirreno, mais ou menos a meio caminho entre Roma e Nápoles, e continua sendo muito mais popular entre os italianos do que entre os visitantes internacionais. Isso fica evidente no ambiente, que no verão se assemelha mais a uma cidade portuária em plena atividade do que a qualquer lugar parecido com Capri.
O litoral é de origem vulcânica, recortado por arcos e pilares rochosos, com enseadas às quais só é possível chegar de barco. Chiaia di Luna, uma praia em forma de meia-lua sob um penhasco íngreme de tufo, é a mais impressionante, embora o acesso tenha sido restrito em alguns momentos devido ao risco de queda de rochas. O porto, cercado por prédios em tons pastéis, é onde todos os planos na ilha começam.
Se você já estiver na Baía de Nápoles, uma excursão de um dia de Ischia a Ponza com passeio de barco pela costa e paradas para nadar é a maneira mais simples de conhecê-la sem precisar reorganizar seu itinerário.
12. Pantelleria
Pantelleria fica entre a Sicília e a Tunísia, mais próxima da África do que do continente italiano, e é a ilha mais isolada desta lista. Não há areia. O litoral é de rocha vulcânica preta, recortado por enseadas, e o interior é coberto por vinhas de zibibbo e campos de alcaparras.
A arquitetura é o que revela que você está em um lugar incomum. Os dammusi, casas baixas construídas com pedra vulcânica e telhados abobadados projetados para coletar água da chuva, não são encontrados em nenhum outro lugar da Itália. O Specchio di Venere é um lago de cratera com águas termais e lama nas quais é possível tomar banho. O passito da ilha, um vinho doce feito de uvas zibibbo secadas ao sol, possui sua própria denominação de origem protegida, e a prática de cultivar as videiras em cavidades para protegê-las do vento é reconhecida pela UNESCO como patrimônio cultural imaterial.
Alugar um carro é quase essencial, já que o transporte público é mínimo. Procure visitar a ilha entre maio e outubro. Fora desses meses, grande parte dos hotéis e restaurantes fecha para a temporada.
13. Lampedusa
Lampedusa é o ponto mais ao sul da Itália, faz parte das Ilhas Pelágicas e, geologicamente, pertence à plataforma continental africana, e não à europeia. Essa distância se reflete na luz e na água.
A Spiaggia dei Conigli, ou Praia dos Coelhos, é o motivo pelo qual a maioria dos viajantes vem até aqui. É uma baía rasa de areia clara, onde a água apresenta vários tons de azul antes de se tornar profunda, e é um dos poucos locais de nidificação remanescentes na Itália para a tartaruga-cabeçuda. O acesso é regulamentado durante a época de nidificação para proteger os ovos; portanto, verifique as regras atuais antes de planejar um dia por lá.
A ilha é pequena e praticamente sem árvores. Leve algo para se proteger do sol e esteja ciente de que a viagem de balsa saindo de Porto Empedocle levará boa parte de um dia útil, caso você não vá de avião.
14. Como chegar às ilhas italianas
A localização de uma ilha determina como você chega até lá, e as diferenças são grandes. O trio da Baía de Nápoles — ou seja, Capri, Ísquia e Procida — é o mais fácil de acessar, podendo ser alcançado de balsa ou hidrofólio a partir de Nápoles e Sorrento em menos de uma hora. Os arquipélagos das Eólias e das Egadi dependem de portos sicilianos: Milazzo para o primeiro, Trapani e Marsala para o segundo. O Arquipélago da Maddalena, na Sardenha, tem saídas a partir de Palau, e as ilhas da Lagoa de Veneza ficam a uma curta viagem de barco do centro de Veneza.
Entre junho e agosto, reserve as passagens de balsa com antecedência. As rotas mais procuradas esgotam-se com vários dias de antecedência. Fora desses meses, a frequência das viagens diminui consideravelmente, e algumas rotas sazonais são totalmente suspensas.
Esses horários são meramente indicativos e variam de acordo com a operadora, a época do ano e as condições do mar. Verifique os horários atuais no site de cada empresa de balsa antes de definir um itinerário.
15. Quando visitar as ilhas da Itália
A primavera, de abril a junho, e o início do outono são as melhores épocas para visitar a maioria dessas ilhas. As temperaturas são agradáveis, as multidões são mais controláveis e os custos de hospedagem caem visivelmente em relação ao pico do verão. Julho e agosto trazem o turismo interno italiano em grande volume, especialmente para Capri, Ísquia e Sardenha, com preços mais altos e limites de capacidade em algumas atividades.
As ilhas vulcânicas exigem uma abordagem um pouco diferente. As Ilhas Eólias e Pantelleria oferecem pouca sombra natural; portanto, no auge do verão, planeje seus passeios para o meio do dia, em vez de durante o período mais quente. No inverno, muitas conexões de balsa são drasticamente reduzidas ou totalmente suspensas, o que torna as ilhas menores impraticáveis, e não apenas tranquilas.

16. Perguntas frequentes sobre as ilhas da Itália
Quantas ilhas a Itália possui?
A Itália possui mais de 400 ilhas, embora o número exato dependa se forem contados rochedos e ilhotas desabitadas. Apenas cerca de 80 são habitadas. A grande maioria fica no Mar Tirreno, ao redor da Sicília e da Sardenha, e na Lagoa de Veneza.
Qual é a maior ilha da Itália?
A Sicília é a maior, com cerca de 25.700 quilômetros quadrados, seguida pela Sardenha, com cerca de 24.000. Elba é a terceira, mas bem menor, com cerca de 224 quilômetros quadrados. A Sicília também é a maior ilha do Mediterrâneo.
Quais são as três principais ilhas próximas à Itália?
A Sicília, a Sardenha e a Ilha de Elba são as três maiores. Se a pergunta for sobre a Baía de Nápoles — o que costuma acontecer —, o trio a que as pessoas se referem é Capri, Ísquia e Procida.
Qual ilha italiana é melhor para se visitar sem carro?
Capri, Procida, Burano e Favignana são todas pequenas o suficiente para serem percorridas a pé, de bicicleta ou em ônibus e barcos locais. Pantelleria, Sardenha e Sicília são o caso oposto, com transporte público limitado e longas distâncias, então alugar um veículo faz toda a diferença nessas ilhas.
É possível visitar várias ilhas italianas em uma única viagem?
Sim, desde que você fique dentro de um mesmo grupo. Capri, Ischia e Procida combinam-se facilmente a partir de uma base em Nápoles ou Sorrento, já que ficam a menos de uma hora de distância de barco. O mesmo se aplica aos arquipélagos das Eólias e das Egadi, onde excursões de um dia costumam abranger duas ou três ilhas. Combinar a Sicília com a Sardenha em uma única viagem é possível, mas requer voos.
As ilhas da Itália não constituem uma única categoria de destino. Elas abrangem vulcões ativos, ruínas da Idade do Bronze, vilarejos em lagoas e um trecho da costa norte-africana que, por acaso, hasteia a bandeira italiana; e a questão prática geralmente é qual grupo de ilhas se encaixa melhor no tempo que você tem, em vez de qual ilha é objetivamente a melhor.
Escolha uma base, parta do porto dela e você verá mais do que imagina. Quando estiver pronto para planejar a viagem em torno de dias específicos no mar, navegue pelo catálogo completo da Civitatis com as melhores atividades em todo o mundo e reserve as travessias que mais importam.